A história Presente

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domingo, 29 de agosto de 2010

Técnicas de Fichamento


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"O homem fraco teme a morte, o desgraçado chama-a; o valente procura-a. Só o sensato a espera."
Benjamin Franklin


1. Fichamento Conceitual
2. Fichamento Literal
3. Fichamento Misto
4. Fichamento Analítico
5.
Fichamento Esquemático

1. Fichamento Conceitual ou resumo
► É o resumo do texto original com palavras próprias, é o uso das palavras do autor mais as idéias que se esta usando.

2. Fichamento Literal ou citação
►Esta presa as idéias ou palavras originais do autor.

3. Fichamento Misto
► Usa as idéias do autor, com minhas palavras, misturando-as ou no inicio ou no final, não é muito usado.

4. Fichamento Analítico crítico
► São as idéias criticadas por mim das idéias do autor, é feito na ficha de leitura.

5. Fichamento Esquemático
► É como são trabalhados os capítulos:
Exemplo: Capítulo 1 aborda...
............Capítulo 2 aborda...
► Não é muito usado, serve para facilitar o acesso de livros, é parecido com um sumário.
► Todo parágrafo na ficha consta a página.





























NOÇÕES E IMPORTÂNCIA DO MÉTODO

ESCOLAS METODOLÓGICAS

1. Método Empírico:
2. Método Racionalista:
3. Método Materialista Histórico Dialético:
4. Método Psicalalístico:
5. Método Sociológico:

Método caracteriza a ciência junto com a evidência (pode ser parcial), é tudo o que se estuda para se chegar a um objetivo:
Exemplo¹: Meth → Lt, meta, objetivo
Exemplo²: Odos → Gr caminho, via para se atingir um objetivo

1. Método Empírico: vem do grego empirikon, é relativo aos sentidos fundamentados do ser humano, os mosteiros foram os primeiros a estudar esse tipo de método.
2. Método Racionalista
René Descartes foi o seu representante, foi considerado o método fundamentalista.da.filosofia: duvida sistemática. Os textos sagrados competiam com a ciência partindo dos textos religiosos, os sentidos humanos falhavam e não podiam ser usados como pesquisas científicas. Seu método foi questionar o que existia de conhecimento imposto pela igreja ,ficou conhecido como duvida sistêmica,lançava várias perguntas sobre o que já se sabia, ele não se aprovava nem ele mesmo como ser humano, então Deus também não poderia ser provado.
► Os nossos sentidos nos enganam e podem ser substituídos por impulsos cibernéticos, Aristóteles afirmava a positividade acima da ação.

PRINCIPIO DE COGITO – Razão e lógica dedutivas:
► a razão se encontra no ser humano e não nas coisas, Descartes ignorava o universo por pensar matematicamente; as necessidades fisiológicas eram a única coisa que nos torna humanos, sendo ela para todos, não pertencente a ninguém, sociedade ou poder, quando somos ativos em alguma coisa, participamos e usamos nossos sentidos, estamos sendo anti-Descartes e a equação é resolvida em nossos pensamentos, porém quando se raciocina usamos o método cartesiano.

3. Método Materialista Histórico Dialético: KARL MARX
► É o método materialista oposto de Descartes, para ele só fazia sentido o conhecimento como parte da história: “o rico tem que ser mais rico enquanto o pobre tende sempre a ser mais pobre, afinal o lucro é algo desejável, logo o que nos faz humanos é a subjetividade (forças humanas)”.
Síntese do histórico de Marx: um fato sintetiza todos os outros fatos históricos.
► no 2° grau a história era ensinada em uma linha cronológica.
► a síntese é o mecanismo do acontecimento histórico, definido pelo pensamento humano através de nossas idéias, informações pré-datadas e para isso acontecer era necessário o domínio do idioma.
Síntese Teórica: não havia história sem a teoria do pensamento e conseqüente não se produziria o conhecimento fora da própria história.
Praxis: “é experimentar tocar violino sem saber tocar, a cada movimento aperfeiçoa-se a pratica e cria-se o saber”sai-se da pratica e passa-se para o saber, a práxis leva a perfeição, pois tudo começa do ponto zero e chega-se ao ponto da perfeição, como acontece no sexo, na religião.
Dialética: é quando se tem uma verdade e não se resolve nada por ela mesma.
►Heráclito dizia que tudo mudava, nada permanecia a mesma coisa.
►A perspectiva de algo deixar de ser alguma coisa já é pré-existente, ele é e não é, ou é e não será.
►O antagonismo no campo do saber pode ser:









►Tudo o que vive morre, a morte esta em tudo o que fazemos, se produzimos cultura é por que sabemos que vamos morrer então temos uma perspectiva de nossas vidas.
A dialética de nossa própria cultura é também nossa síntese, o famoso: “ser ou não ser”

Trajetória da Ciência da Filosofia
► ± 450 a. C → Parmênides de Eléa
........................→ Heráclito de Éfeso
Mistos: usavam a fala (oralidade), atribuíam à história as características sobrenaturais aos fenômenos.
►Desde quando o homem começou a escrever em torno de 7000 a. C até a Grécia, isso mudou, e depois desse período, a escrita potencializou o conhecimento. A escrita permaneceu e as futuras gerações foram privilegiadas com esse suporte e com isso o homem construiu o conhecimento de forma geométrica e com a chegada do alfabeto (grego) fez dele a grande revolução da antiguidade nas leis, filosofias.
►± 550 a. C surgiu o essencialismo da metafísica com a 1ª Escola de Filosofia Ocidental (sua influencia foi até a idade média), era tudo Epistheme (conhecimento superior) partindo desse conhecimento surgiram três perguntas:

QUEM SOU?
DE ONDE VENHO? ESSENCIALISMO
PARA ONDE VOU?

►Existiam varias teorias de que vínhamos de substâncias diferentes, Heráclito e Parmênides foram os que identificaram a natureza do ser como condição; Parmênides dizia que era a permanência e não a transformação que revelavam a imutabilidade: nada muda nunca, toda mudança é ilusória.
Princípio da Identidade: nada muda, tudo permanece: o que é é, o que não é não é, tudo é uma mudança aparente.
Exemplo 1: no cinema tudo acontece,tudo muda, mas nada acontece, nada existe, não há movimento.
► na história toda substancia é marcada por uma impermanência, tudo muda, se transforma e se modifica o tempo todo, nada fica ou permanece igual ao que era antes.
Exemplo 2: “não se entra no mesmo rio duas vezes...”














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