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segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

História greco - romana




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“O mito é o nada que é o tudo” Fernando Pessoa







Grécia: Mito e História - foi um marco na história do mundo ocidental e suas conquistas se deram pela: Filosofia, ciências e politicas. Filosofia: existia antes dos gregos e eles acrescentaram a ela á interpretação Filosofia Política: acrescentaram maior coeficiente de comportamento, uma vez que a civilização passou a ter seu lugar na história. Comportamento de Consulta: eram as pessoas que assumiam as interpretações, faziam à interpretação das cidades e inventaram a ética moral e a relação de poder com o Estado, democracia e oligarquia, interpretavam o direito;







"se o país havia inventado a democracia, por que possuíam escravos?"





Inventaram a isonomia e igualdade social (democracia: na sua gênese, era o direito do indivíduo no povo), pois até então não existia modelo democrático no planeta, a democracia ainda era uma utopia, nese ínterim foi que surgiu o embrião da democracia. Ficou conhecido como uma manifestação de pensamento social cuja finalidade era explicar as causas e origens do universo e suas formações, sendo uma expressão social em qualquer processo civilizatório; nenhuma civilização esta desprovida de seus estilos culturais na narrativa mítica, da sua mitologia:





Ex: mitologia nórdica, britânica, cristã, africana, chinesa, em qualquer povo do planeta existe a sua mitologia correspondente. O mito era o tudo e o nada, era uma perspectiva teológica. Todas as grandes civilizações eram acompanhadas desses mitos. Foi um esforço no sentido de justificar e desmistificar as origens do universo, da água, do fogo, da pedra,... O mito trabalhava encima das representações cósmicas, a dimensão do infinito, o incomensurável, despertava a ansiedade e a duvida de onde viemos e para onde vamos? Existia o mito inventado que é diferente do mito verdadeiro, o mito inventado era uma elaboração do conhecimento científico:



EX: a água é uma verdade universal e absoluta.



Nós somos guiados pelo mito religioso e cultural: EX: Adão e Eva são um mitos religiosos.



EX: ser bom e generoso para entrar no reino da boa-venturança. Tudo isso não é nada, mas esta mudando o mundo das idéias, no mundo do pensamento e no mundo abstrato, tudo é uma questão simbólica, estaremos sempre inventando coisas; o cristão é condicionado pelo mito: judaico, islâmico e materialista, fazendo da dialética uma organização de pensamentos e nessa entramos como frutos do movimento.



A religião reconhece que se alimenta do mito e este é o aspecto mágico do pensamento. A religião saia do campo do pensamento secular mágico para entrar no pensamento Láico; a filosofia agora passaria a ser laicizada, onde ela retira o sacro, o mito na verdade era um movimento sublime e a riqueza era quem possibilitava essa realidade.




Idealismo é o primado das idéias.


Materialismo é o primado da matéria (séc. XIX) foi à expressão dialética da natureza, onde o material precedeu a idéia, sendo a dialética que “gestou o mundo”.No pensamento social a filosofia “pare” a ciência até o séc. XIX, quando adquire a sua soberania, sua autonomia.


NASCE A CONCIÊNCIA CÍVICA


Para Aristóteles, política era o exercício da função dos elementos sociais, quando uma cidade não conseguia mais produzir e apresenta defasagem, ela entrava em declínio através de seu sistema político e estrutural. A História Grega foi um êxodo do passado, pois começava a definir o papel do mito em todas as outras culturas, foi à simbiose do séc. V pontuada também por erros da mitologia.



A arte grega passou de arcaica para urbana, a civilização grega apresentava agora elementos de todas as outras grandes civilizações do oriente: egípcios, persas, mesopotâmicos e indús. O local dos estudos de Pitágoras era influenciado pela arte de Creta na qual se baseava na estética, arquitetura e cultura da ilha de Creta.Os narradores começaram a colocar no papel as narrativas, mas a questão era, por que entender a autonomia humana?



Da Economia Gentílica á Economia Urbana:

SISTEMA FUNDIÁRIO: ESTRUTURA: esta em tudo, até no que não vemos: Ex: linguagem.


ESTRUTURA FUNDIÁRIA


SISTEMA GENTÍLICO:



GÊNOS: era formado apartir da apropriação da propriedade familiar para sua dinâmica, esse sistema Gentílico possuá níveis de propriedades coletivas e privadas; eram as terras, aragens e reservas onde o resultado da produção servia para o uso coletivo aberto a todos. A estrutura da Propriedade Gentílica: as terras caracterizavam-se por propriedades exclusivas das famílias (génos), elas exerciam nesse lote (K´leros) frações territoriais, portanto a autonomia a propriedade coletiva junto com a propriedade privada. Eram propriedades concessivas com direito a exploração (estrutura palaciana).




PODER:

a) Reis da tribo Traço da aristocracia agrária;





b) Organização palaciana: toda a estrutura desse período correspondia a uma organização palacial e material, fora disso, havia as organizações miscênicas, onde a estrutura do rei era simbólica.




SOCIAL:


a) Família Patriarcal: formava-se da organização patriarcal, era a marca do ocidente onde o rei excercia o papel de “patrão”, chefe da família, empregador e dono da propriedade.


b) Constituição do Indivíduo Isolado: não era contemplado pelo reconhecimento do poder, era uma sociedade de servidão. A relação comunal convivia nessa estrutura com a propriedade privada e sua desagregação passaria a contar com o aparecimento do excedente, isso identificaria o indivíduo a propriedade privada. Essa propriedade geraria situações de de riquezas por que o indivíduo não aparece como escravo e essa estrutura faria surgir o novo espaço social conhecido como Àgora, conhecido como um novo espaço cosmopolitano, isto é, um universo da política e do estado, era uma parte da cidade que se abriria para o mundo e negociaria suas mercadorias com as principais cidades da época.



c) Escravo: tinha caráter servil e resquício de trabalho escravo (prisioneiro de guerra).




PRODUTIVA: Homens livres- Características: Demiurgos: artesão: técnico detentor especializado:




Ex: advinho, curandeiro, carpinteiro, metalúrgico.









Tetas: trabalhadores agrícolas, 4ª classe censitária ateniense.




GÊNESE DA DESAGREGAÇÃO DO SISTEMA GENTÍLICO EVOLUÇÃO DA PROPRIEDADE PRIVADA: Propõe o surgimento de um excedente para a desagregação do sistema.


NASCIMENTO DO INDIVIDUALISMO


Aparece o ser individual capaz de expressar sentimentos e conferindo a ele uma importância social que não tinha antes. O indivíduo se forma com soberania, pois a cultura do individualismo se constituí do mundo isolado para o mundo social e o instrumento para isso é a palavra, e a partir desse momento surge uma nova eficácia, uma nova faculdade, por que o indivíduo na narrativa da servidão palaciana era um ser isolado, não tinha propostas e com a palavra ele se emancipou dando a ele novas forças.



EVOLUÇÃO E CIDADE



Surge como um elemento material da dinâmica da transformação, a terra era fator fundamental nessa estrutura. OUTRORA UMA ASSOCIAÇÃO POLÍTICA DE TRIBOS-GÉNE: se caracteriza por ser aquele que é proprietário do genes. SURGIMENTO DO CENTRO DE TROCAS: É a expressão maior do elemento numérico, é a matriz que da origem: a Pólis, surgida através dos Traços:ÁGORAera a principal praça pública ou mercado nas Urbes da antiga Grécia). Era a mais célebre urbe de Atenas, onde o povo se reunia para discutir as idéias; a Ágora era o centro da vida ateniense. A Ágora era a base para a cidade cosmopolitana (universo) + Politia (política) = cidade, era o receptor do excedente econômico e era vendido para os fenícios, romanos, além de ser um espaço revolucionário e hermético com entrada e saída de riquezas, assim como era a riqueza da palavra na qual irá desagregar o homem da servidão como uma nova estrutura através justamente do exercício da palavra. A desagregação do sistema hermético se deu pelo acúmulo de riquezas.


ACRÓPOLE Era o símbolo máximo da cidade (geralmente ficava sempre no alto da cidade), de um modo geral, todas as cidades possuíam sua acrópole isto é, a parte alta da cidade se encontrava com a parte baixa da cidade, não sendo incomum que a Acrópole ficasse no centro da cidade, como no caso de Atenas, a posição da Acrópole a transformava num baluarte natural de defesa contra os inimigos, data ± do séc. XVIII- XVII a.C. e era a sede do poder político. Formava-se um excedente de economia urbano e a presença do indivíduo na economia deveu-se justamente pelo excedente.


Ex: precisava-se de 10.000 cabeças de gado, cria-se 30.000, quem detivesse as 20.000 cabeças restantes, seria o dono do poder para decidir as coisas; o excedente estaria ligado a ele. A economia passou de gentílica para urbana, a propriedade da família chamava-se propriedade gentílica (cultuava valores simbólicos), a representação era mais secular do que sagrada, pois tinham um só herói e como cada família tinha seu herói, todos tinham simbolismo encima da crença: ética, moral honra nobreza. Toda sociedade era mitologizada, secular, laica e modernizada. Àgora passa a ser a dialética da riqueza, pois cada família possuía resquícios individuais de seus deuses.



Povos de Representação






Eram os que falavam legitimavam suas idéias na assembléia, os reis se reuniam para dentre eles, escolherem o seu rei-representante por apresentar qualidades que se destacavam para ser iguais ao rei de Tróia, pois ele já tinha uma experiência seletiva:


Ex: Cidadão → polis (riqueza flexibiliza a riqueza que não existiria sem a Àgora). A propriedade privada era uma transformação política e reveladora, pois disso resultaria o principal criador da Agora, o individuo. O excedente provocaria a consciência urbana e a renovação de valores sociais. O cerne político teria seu fluxo de riqueza baseado no materialismo e na simbologia (idioma, lógica, inteligência) na história e em todos os momentos afinal tinham riquezas para comprar informações, a Agora possibilitou o indivíduo a ser mestre na palavra.














Coro Representativo: eram os que flexibilizavam a riqueza.


Cidadão: eram os que gestavam as cidades.



Frátrias, Clãs e Tribos: eram povos que originaram uma estrutura inteligente, lógica e organizada com a criação da Polis, dos Gênes e grupos maiores que serão superados por uma sociedade melhor, descendiam de várias tribos reais.







A Ásia Menor - Turquia. Estreito de Bósforo era uma passagem para o mar Negro.









Fenícia – Líbano. A França foi a maior colonizadora dos gregos na época fora da Grécia em Marsella. Mar Egeu – Atenas (centro da época). A riqueza foi à inserção no poder, pois advenho da formação da propriedade privada por causa da formação de excedente, socializando mais is indivíduos e consequentemente surgindo novos ricos, munuciados pelo instrumento da fala. O perfil da riqueza social e a história da sociedade não podem existir separadamente, pois um completa e depende do outro. Grandes Reformas: Demos (circunscrições → Clístenes: fez a grande reforma que deu origem a verdadeira democracia na Grécia).





O inventor da democracia na Grécia foi Péricles. Demos: era a forma de organização que garantia ao indivíduo sua participação na vida pública; a democracia grega era excludente, pois mulheres, crianças, estrangeiros e idosos não eram considerados cidadãos.






Aspázia era a mulher de Péricles e foi uma das raras mulheres na história da Grécia que lutou por direitos sociais, rompendo com as estruturas conservadoras da mulher por não participar da vida pública. A profissão de comerciante era considerada uma profissão indigna para o cristão da contra-reforma, pois esta instituição condenava a riqueza, afinal só os humildes conquistariam o reino dos céus; Platão também condenava a riqueza, mas isso era anterior á ele, pois já se pensava assim. As grandes reformas sociais democráticas vieram da exercícios do demos e quem participasse tinha condições de formular opiniões e críticas.



Polis: era a participação do indivíduo na vida pública, foi como se desenvolveu a primeira estrutura de cidade no mundo: grego → gentílico; era a representação do desenvolvimento maior de expressão e manifestações de atividades públicas, foi o alicerce da formação da cidade – estado, foi o avanço da inteligência social quando o homem se encontrou na Polis, havendo uma produção de pensamento social e contribuindo para o enriquecimento do vocabulário político; a cidade de tornou mais rica, complexa e cheia de contradições no sentido de contemplar a vida política.



Comunismo: sociedade comunista desenvolvida: superar modos de produção capitalismo: foi a realização da sociedade, eliminando a propriedade privada. Para Hegel o mundo é resultado do mundo idealista. Para Marx parte do primado que é a matéria e não a idéia:



A formação da sociedade gentílica apresentava uma relação com Homero, pois os indivíduos estavam no isolamento com pouca interação entre eles por causa da escravidão, o que viria a mudar isso seria a riqueza.


Na Propriedade Coletiva os servos trabalhavam e pagavam seus impostos e tributos palacianos.


Na Corvéia o trabalhador pagava o tributo sobre o que produzia e tinha também que pagar em dias por trabalho na terra do proprietário (sistema de servidão). A sociedade predominante escravagista. A Grécia se dividia em: arcaica, clássica e helênica.


A palavra ENTROPIA é usada no contexto da física quântica por que se refere ao esgotamento e perda de calor, todas as grandes civilizações entraram em entropia, como se perdessem o calor e a validade existente dessas civilizações que conseguiram se manter apesar de tanto tempo, como a hindu e a chinesa, pois ainda apresentam uma continuidade, é um ciclo de 5.000 anos desde Confúcio e Buda até hoje com sua expressão de pensamento. Os gregos foram os grandes inventores, desenvolveram a filosofia na linguagem política, sendo que a filosofia já era conhecida dos hindus e chineses; o oriente foi presenteado com várias ciências dentre as que se destacam a grega e a romana.


Exemplo: EGÍPCIOS: cadeira, roupas femininas, estética.


GREGOS: filosofia, arquitetura, democracia. Homero desenvolveu novas representações na mitologia, como a pré-destinação, era tudo o que esta no livro do destino, da encarnação, ou seja, morreu sofrendo por que mereceu.

É admirável e imaginável uma idéia que todos nós fazemos, trabalhamos no mundo material e damos função ao materialismo, onde tudo tem uma função, criado pelo homem para o homem. A Teologia é entendida no sentido secular, a Escatologia se faz presente no sentido sagrado; o objetivo do cristão é o objeto final.


UTOPIA: Thomas Morus dizia que a utopia não era um lugar, pois ainda vivemos na sua busca, sendo que na utopia não existe medo da morte; o capital é uma construção e não um conceito crítico, ele surgiu em grupos que se apropriaram e gestaram a figura do indivíduo sem importância alguma histórico e politicamente sem nenhuma representação. O teatro grego e a relação de escravidão não eram hegemônicos e não representavam o modo de produção, o homem estava influenciado no materialismo e nem sua competência o libertou.



O conhecimento da natureza é imponderável, tudo isso é ciências e assim o homem se liberta dela, as ciências são a nossa capacidade de ultrapassar os limites.


SERVO: não era coisificado, era inserido no estatuto doméstico sem os preconceitos da escravidão do séc. XVII d C, eles ainda tinham um pouco de dignidade.


ESCRAVO: era coisificado, era despido de atributos humanos e era tido como um objeto, uma coisa. No séc. V o escravo doméstico era obtido como espólio de guerra e depois como instrumento de produção, a coisificação se deu nas grandes civilizações. A pólis gerava grandes reformas no mundo grego de Sólon, responsável pela origem da democracia.

SOBERANO:

GOVERNO: só existe por que o cidadão paga seus impostos.

SÚDITO: não critica o soberano

CIDADÃO: trabalha para pagar taxas ao governo. A tirania na história da Grécia teve sua relevância e não pode passar em branco no contexto social, é importante lembrar que nem todos os filósofos viveram na história da Grécia.



SÓCRATES - O Processo de Sócrates, é o pai do ceticismo, nada é atingível. Cético tem dúvida, Ceticário não tem dúvida; a história grega viveu um momento raro, não trabalhavam com o homem, trabalhavam com a cosmologia, onde o homem não era o centro. O humanismo nasce com Sócrates onde o homem é a medida das coisas, Protágoras falava dizia que a história sem filosofia é uma história sem alma, pois o homem é um campo de discussões; na época dos tiranos não se tinha devoção com a democracia, pois existiam problemas com os tiranos.




TIRANIA: era uma série de posições de quem comandava uma sociedade:

EX: Cuba, até forma uma sociedade, mas ela perde muito mais.

SÓCRATES PLATÃO A REPÚBLiCA: baseado no modelo espartano, tirânico, onde tudo era centralizado. Foram os espartanos (Licurgo-Platão_ que aperfeiçoaram a idéia de república; quando os aristocratas tomaram o poder e condenaram os admiradores dos tiranos, os proprietários de terras fazem à aristocracia e depois do Peloponeso inventaram o ostracismo. Os espartanos organizaram a sociedade grega para produzir tiranos:





EX: Psístrato foi o pior tirano da história grega, sendo que esse sistema era uma forma de administração; o governo tirano é aquele que faz acordos com as camadas populares:




EX: os comerciantes são inseridos na construção da sociedade. A tirania é uma forma de riqueza que irá aflorar na sociedade grega por causa do excedente, e o comércio será responsável pelo surgimento desses personagens, pois a história grega seria incompleta sem eles e como suas influência causou uma revolução cultural, administrativa e surgiram em cima disto obras como o teatro e a filosofia.







SÓCRATES: sua forma de falar ao povo era através do " o boca a boca, a democracia era conduzida pelos processos orais.









PLATÃO: fundou a academia, era simpatizante dos tiranos.








ARISTÓTELES:fundou o Liceu




Alexandre Magno (o grande) consolidou a dominação da Grécia e conquistou os territórios persas, ele tornou-se o senhor do maior Império até então formado somente superado pelo Império Romano. Fez reformas para administrar seu poder, pelo qual criou um grande projeto para urbanizar as Alexandrias, estendendo seu reinado até a Ásia. Platão difundiu a instância pública (Thomas Morgan era grande admirador de Platão, Rousseou era grande admirador de Aristóteles). Criar uma história sem o apego à propriedade privada produziria o modernismo, a riqueza era algo muito bom de ter, mas era algo nefasto, pois ela tiraria a essência do homem que tem e do quer não tem.


Hoje somos consumistas, mas precisamos de uma nova ideologia para viver, só nos distinguimos dos animais por isso, Jesus Cristo fazia sua pregação de amar o próximo, Marx já dizia que isso era uma questão de alienação, quando ele fala isso e não alcançamos à verdade, somos alienados e a verdade sofre uma metamorfose de tal maneira que não a alcançamos. Marx fez um esforço para mostrar que somos alienados e o que agrava isso é a propriedade.

2 comentários:

  1. Professor Renato Silveira
    Boa noite

    Antes de mais nada, quero parabenizá-lo por seu excelente blog. Ele é bastante sucinto, explicativo e de grande qualidade prática. Ainda que minha área não seja exatamente a História, pois sou professor de Literatura, quer dizer-lhe que utilizo vários ganchos retirados de seu blog para as minhas aulas, visto que história e literatura andam juntas. Nesses dias, por exemplo, estou escrevendo um artigo sobre a letra "Mulheres de Atenas", de Chico Buarque, e o contexto da Grécia que o senhor nos apresentou me foi bastante valioso e preciso.

    Um grande abraço, e espero que continue sempre a nos "presentear" com a "história presente".

    Leandro

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  2. Obrigado pela visita caro professor e espero que continues sempre aprimorando seu magnifico trabalho através da poesia de nossa literatura com a ajuda da História. Espero poder ajudá-lo futuramente e conte sempre com minha ajuda para engrandecer nossa história através da poesia.
    Um abraço, Renato S.

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